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Grupo suspeito de estelionato mediante fraude eletrônica e lavagem de capitais tem R$ 103 milhões bloqueados em operação

Grupo suspeito de estelionato mediante fraude eletrônica e lavagem de capitais tem R$ 103 milhões bloqueados em operação Polícia Civil A Polícia Civil da ...

Grupo suspeito de estelionato mediante fraude eletrônica e lavagem de capitais tem R$ 103 milhões bloqueados em operação
Grupo suspeito de estelionato mediante fraude eletrônica e lavagem de capitais tem R$ 103 milhões bloqueados em operação (Foto: Reprodução)

Grupo suspeito de estelionato mediante fraude eletrônica e lavagem de capitais tem R$ 103 milhões bloqueados em operação Polícia Civil A Polícia Civil da Bahia deflagrou uma megaoperação interestadual com o objetivo de desarticular uma organização criminosa especializada em estelionato mediante fraude eletrônica e lavagem de capitais. Durante as ações, a Justiça bloqueou R$ 103 milhões de ativos financeiros dos investigados. A ofensiva contou com a colaboração estratégica do CIBERLAB, Coordenação-Geral de Repressão a Crimes Cibernéticos/DIOPI/SENASP, do Ministério da Justiça e Segurança Pública e das Polícias Civis dos estados do Ceará, Pernambuco, Goiás e São Paulo, onde mandados judiciais foram cumpridos simultaneamente. 📲 Clique aqui e entre no grupo do WhatsApp do g1 Bahia Nesta quarta-feira (13), foram cumpridos 11 mandados de busca e apreensão: sete em Eunápolis (BA), um em Crato (CE), um em Goiânia (GO), um em Recife (PE) e um em São Paulo (SP). Vídeos em alta no g1 Como funcionava o esquema As investigações apontaram que a organização operava através de técnicas avançadas de engenharia social: O esquema iniciava-se com o envio de SMS falsos que alertavam sobre um suposto bloqueio de conta bancária. As mensagens continham links que direcionavam as vítimas a páginas fraudulentas. Ao inserirem seus dados, as contas eram invadidas pelos criminosos, que realizavam transferências imediatas e não autorizadas via PIX para contas controladas pelo grupo criminoso. Para ocultar a origem ilícita dos recursos, o grupo estruturou um sistema de lavagem de dinheiro em múltiplos níveis: Contas de Passagem: Os valores eram rapidamente fragmentados e dispersos por uma rede de "laranjas". Núcleo Familiar e Empresas de Fachada: Chefes utilizavam familiares e empresas fictícias para reintegrar o dinheiro ao patrimônio da organização com aparência de legalidade ou para reinvestir na infraestrutura criminosa. Os investigados poderão responder pelos crimes de Estelionato mediante Fraude Eletrônica, Organização Criminosa e Lavagem de Dinheiro. As penas para esses crimes, quando somadas, podem ultrapassar 20 anos de reclusão. LEIA TAMBÉM: Presidente da Câmara de cidade do extremo sul da Bahia é afastado do cargo por suspeita de beneficiar organização criminosa Cerca de 200 mil pés de maconha são erradicados na Chapada Diamantina Operação prende quatro suspeitos de integrar grupo que fingia ajuda em caixas eletrônicos para furtar idosos na Bahia Veja mais notícias do estado no g1 Bahia. Assista aos vídeos do g1 e TV Bahia 💻

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